O que o SUSVIDA não faz
A lista dos limites, publicada de propósito. O que a plataforma não substitui, o que ainda não existe e o que não vai existir.
Página de produto costuma listar só o que o sistema faz. Em saúde isso é insuficiente e às vezes perigoso: expectativa errada sobre o que uma ferramenta cobre pode adiar uma decisão que não deveria esperar. Segue a lista do que não fazemos.
Não substitui atendimento de urgência
Dor no peito, falta de ar súbita, perda de força ou de fala, alteração de consciência, sangramento intenso, trauma: nada disso é caso de agendar consulta. É serviço de urgência, e o SAMU atende pelo 192.
Não faz diagnóstico
A leitura automática de exames organiza valores e monta séries comparáveis. Ela não interpreta resultado, não sugere doença ao paciente e não substitui laudo. Interpretar um valor naquele paciente é ato médico e depende de contexto que nenhum leitor de documento tem.
Não emite assinatura ICP-Brasil
Documentos saem com código de verificação e registro de integridade, conferíveis publicamente. Não é assinatura digital qualificada. Prescrição de medicamento sujeito a controle especial exige certificado ICP-Brasil e deve seguir o fluxo tradicional.
Não tem vínculo com o SUS
Plataforma privada e independente, sem convênio ou integração com o Sistema Único de Saúde. Você pode guardar aqui documentos recebidos em atendimentos do SUS, e eles ficam identificados como envio próprio — nunca como registro oficial de sistema público.
Não acessa seu prontuário para operar
Manutenção e suporte trabalham com dados técnicos, não com conteúdo clínico. Se um dia isso precisar mudar para investigar um incidente, o acesso passa pelo mesmo registro de auditoria de qualquer outro.